CRAQUES E DESENHOS TÁTICOS: O DILEMA DE KAKÁ

25/09/2012 04:00

 

A idéia de Max Pohl de criar o grupo Discussão Tática no Facebook foi genial. A iniciativa, além de propor discussões em alto nível de conhecimento tático, proporcionou aos membros se conhecerem, pessoas de todos os cantos do Brasil. O espaço é propício para quem quer fazer boas amizades e aprender sobre futebol. E o Painel Tático, como forma de agradecimento, vem homenagear o nascimento e sucesso desse espaço democrático, tão enriquecedor e divulgador de quase todos os blogs que trabalham com análises táticas.

Assim, decidi trazer para o leitor do Painel um pouco do conhecimento dos integrantes desse grupo tão rico em informações. Participar das discussões tem acrescido muito ao meu conhecimento sobre análises táticas e futebol. E uma discussão que se prolonga, entre muitas que participamos, é sobre a volta de Kaká para a Seleção Brasileira. Necessário? Temerário? Possível? Abaixo, textos de Max Pohl, Raniery Medeiros e Danilo Costa, que participaram, em especial, desse questionamento no grupo.

É um prazer receber os amigos no Painel Tático, uma verdadeira honra. A questão é interessante e se faz necessário o debate. Espero que todos gostem desse post interativo, um verdadeiro bate papo entre amantes do futebol e seus preceitos táticos. Conto com a participação de todos nos comentários! Vamos enriquecer o debate. Vou abrir o bate bola com Max Pohl, nosso “síndico” do grupo:

 

 

 

Seleção carece de experiência e a solução tem quatro letras: Kaká

 

Desde que assumiu a Seleção, logo após a copa de 2010, na qual Dunga apostou no futebol de contra-ataque, a Seleção apenas jogou de forma empolgante no seu primeiro jogo. Qual seria a explicação para isso? Segundo a minha opinião e do profundo conhecedor de futebol Raniery Medeiros, a Seleção tem jovens talentos em abundância como Neymar, Lucas, Oscar e Alexandre Pato. Mas, ao comparamos a média de idade das principais seleções, logo nos vem uma possível resposta: FALTA DE EXPERIENCIA! 

De todas as seleções européias, com exceção da Holanda (que está em renovação), o Brasil tem a menor média de idade (Brasil = 23,4 França = 26,4 Holanda = 23,8 Alemanha = 24,9 Inglaterra = 27,6 Bélgica = 24,2 Portugal = 27  Itália = 28,1 Espanha = 25 Argentina = 26). Como diriam os filósofos e poetas “nem tanto ao céu nem tanto a terra”! E isso fica evidente pela média espanhola de 25 anos de idade, famosa por ser a idade do auge físico. Ciente disso, Mano Menezes aproveitou Robinho em sua estreia pela Seleção. Resultado? Melhor atuação da Canarinho até hoje sob comando do gaúcho.

Infelizmente, Robinho saiu do santos e, durante seu período de adaptação no time Rossonero, não apresentou bom futebol na Seleção. Porém, vendo com olhos táticos, dignos de Rinus Michel, um nome logo vem a tona: KAKÁ !!! Não existe nenhum jogador brasileiro nos dias atuais que entenda tanto de tática e possua tamanha visão de jogo somada a qualidade técnica.

Desde a derrota para a Holanda em 2010 ficou esquecido por Mano, que até tentou chamá-lo. Porém, as convocações sempre coincidiram com lesões. E as lesões se configuram como o maior zagueiro já enfrentado pelo eterno menino do Morumbi. André Rocha, renomado analista tático, em suas análises, fez as seguintes observações:

“(...) O camisa oito do Real Madrid, após problemas no púbis e nos joelhos que prejudicaram sua performance no Mundial da África do Sul, não parece ter mais condições de apostar nas arrancadas constantes e irresistíveis desde a intermediária que varriam defesas na década passada. É hora do melhor do mundo de 2007 trabalhar um estilo mais técnico e cadenciado para ser a opção de Mano na ausência de Ganso ou, na melhor das hipóteses, companheiro do maestro santista na organização do escrete canarinho. Investir na visão e na precisão, nem tanto na força(...)”.

“(...) Como fez Ronaldo após estourar os joelhos. Os “sprints” do atacante ficaram mais raros. A técnica, porém, permaneceu intacta. Ou até melhorou, como nos oito gols na Copa de 2002 e em outros tantos por Real Madrid, Milan e Corinthians. Um Fenômeno não tão veloz, mas não menos letal. Até neste aspecto seguindo Romário, artilheiro tão implacável quanto minimalista na reta final da carreira. Mais posicionamento que explosão (...)”.

Fica lógica a resposta. Kaká deve reinventar seu jogo, procurar cadenciar e tabelar mais. Arrancar, somente nos momento fatais. Sua participação deve ser exatamente no lado interrogação da seleção, que é o seu lado direito de ataque da linha de 3 meias do 4-2-3-1, aplicado por Mano na “Seleça” . Com sua inteligência tática e experiência dará suporte para os jovens trabalharem sem medo, além de impor comando nas horas de aperto, como nos mata-matas.

Quando o Brasil tiver a bola, junto com a subida de Paulinho formamos um linha de 4 no meio de campo deixando apenas o centroavante a frente , proporcionado cenário perfeito para, ora um arranque de Paulinho pelo flanco direito em busca da linha de fundo (após tabela com Kaká) , ora o inverso, além de contarmos com um chute que aterrorizou os goleiros em 2007: o “chute de chapa de Kaká “.

Abaixo, minha demonstração no plano tático:

 

Brasil com bola: dinâmica criada com a entrada de Kaká

 

Brasil sem bola em fase defensiva: cenário perfeito para uma arrancada certeira de Kaká em combinação com Neymar e Paulinho. Além da qualidade com a bola, uma arma mortal que sempre poderá surpreender o adversário.

 

 

Após a excelente participação de Max Pohl, chega a vez do grande Raniery Medeiros expor suas idéias no que concerne à convocação de Kaká. Com a sabedoria de sempre, Raniery descreve didaticamente as razões de seu posicionamento. Logo abaixo de sua participação consta o link de seu blog, leitura super aconselhada pelo Painel Tático. O texto do link trata justamente do problema de nossa Seleção com a falta de experiência:

 

 

 

Kaká não é UTOPIA!

 

Vou logo direto ao ponto. Pulando toda a situação que o Kaká passa e é do conhecimento de 99,99% dos que acompanham futebol.

Kaká na seleção? Com certeza! A carência de ídolos aflora este sentimento saudosista. E o pior: a media de idade da nossa seleção me dá ‘medo’ em detrimento da pressão que será jogar uma copa em casa. Se pegarmos apenas os jogadores de ataque (Neymar, Oscar, Lucas e Leandro Damião), ela é de apenas 21 anos. Depositar as esperanças no quarteto ofensivo, com pouca EXPERIÊNCIA pode até dar certo. Mas, diante dos resultados mais recentes, essa aposta deu em quê? Vejam só a media de idade dos jogadores da Seleção Brasileira (titular) contra África do Sul e China. E em seguida as seleções mais tradicionais e algumas em ascensão:

 

Brasil = 23,4

França = 26,4

Holanda = 23,8

Alemanha = 24,9

Inglaterra = 27,6

Bélgica = 24,2

Portugal = 27

Itália = 28,1

Espanha = 25

Argentina = 26

Rússia = 27,9

 

O Kaká é aquele jogador clássico de toque de bola. Não é um meia armador clássico. Oscar também não é. Kaká possui dinamismo e diversidade nas posições em que pode atuar dentro de campo. O jogador do Madrid possui arrancadas meticulosamente ‘calculadas’. Vamos as suas contribuições:

 

  1. Pode jogar como no Milan de 2005, sendo o jogador que atua na ponta do losango e municia os dois atacantes. (Difícil pensar no Mano armando o time assim).
  2. Pode atuar como o “número 1” do 4-2-3-1 (na meia central). Com explosão e alternando com o homem da esquerda, Kaká confunde a marcação adversária. Mesmo não sendo um cadenciador, a sua experiência lhe deu a sapiência e leitura de jogo pra saber quando e como fazer isso.
  3. Kaká pode atuar no 4-4-2 como um atacante que sai mais da área. (Exemplo: Rooney)
  4. Kaká pode armar a Seleção. Não significa que ele vá parar e pensar o jogo. Mas com a sua experiência, a equipe de Mano perde o peso de ter somente jovens na frente.

 

Qual o problema em testar jogadores de mais idade? Em 2014, Kaká vai estar com 32 anos. Atual idade de Xavi Hernandez (guardada as devidas proporções).

Experiência! A nossa jóia rara é, sem dúvida alguma, Neymar. O mesmo vai estar com 22 anos em 2014. Um ataque com media de 21 anos, sem que os jogadores tenham o mínimo de experiência internacional, dá sinais de preocupação em momentos de decisão que, por ventura, aconteçam na Copa do Mundo. Pressão ainda maior por jogarmos em casa. 

Se pegarmos o último grande gênio que foi ainda novo disputar uma Copa, iremos perceber que ele tinha um suporte de extrema experiência para resguardá-lo. Estou falando de Ronaldo Luís Nazário de Lima, o Ronaldo fenômeno.

Na campanha do Tetra, em 1994, Ronaldo ainda então com seus 17 anos, nem entrou. Já em 1998, com apenas 21 anos, já conquistando o prêmio de melhor jogador do mundo por duas vezes, ele era "o cara". Porém, tinha Taffarel, Dunga, Bebeto, Rivaldo, entre outros, para dar aquela acalmada em momentos mais complicados. Jogadores esses com mais de 30 anos.

Eu sou fã incondicional. Por mim, era só entregar a camisa ao Kaká e pronto. Ele não sente o peso. Mas é óbvio que a preparação física e o ritmo de jogo são de suma importância dentro de uma Copa do Mundo. O Sr. Mano Menezes vive viajando pela Europa. Porque não ir á Madrid e bater um papo com o Mourinho e saber o que ele deseja fazer com o Kaká? A conversa com os médicos também seria de grande valia.

Kaká é a cabeça pensante e o jogador experiente que pode conduzir este time tão desacreditado pela torcida. “Ah, ele sempre se machuca”. Claro que sim. Quando se volta de uma lesão e não se tem sequência de jogo, os músculos não vão suportar a carga.

Minha opinião é essa. Eu adoraria ver o Kaká na Seleção. Por tudo o que foi salientado neste texto e por não querer ver “garotos”, carregando sozinhos a responsabilidade que pode ser dividida com os “adultos”.

Kaká e Seleção estão longe de ser utopia.

 

Falando de Esportes - Raniery Medeiros

http://ranierymedeiros.blogspot.com.br/2012/09/selecao-dos-20-e-poucos-anos.html

 

 

Danilo Costa, nosso grande “Danilão”, dentro de sua sutileza e de seu conhecimento, também propõe uma reinvenção do jogador, além de achar necessária sua transferência:

 

 

Kaká: transferência e reinvenção. Box-to-box?

 

Minha opinião sobre o Kaká, neste momento, é que o atleta necessita trocar de time. O ideal seria uma transferência para uma equipe que necessite de um ponta de lança/meia-atacante. Ou então, que simplesmente se reinvente como jogador, se transformando em meia central, uma espécie de box-to-box. Não consigo vê-lo jogando em alguma das pontas ou dando passes para centro avante. Vislumbro Kaká correndo com a bola, dando velocidade ou lentidão ao jogo, de acordo com a necessidade, coisa que Zico e Zidane fizeram no final da carreira!

 Kaká poderia ser o box-to-box que não existe no Brasil (a exceção é Hernanes, não convocado por Mano), mas também acho difícil. Creio que ele acabe indo para um mercado menor, com futebol mais fraco, como Brasil, França, mundo árabe ou MLS. Vários grandes jogadores mudaram sua forma de jogar com a idade. Um exemplo de que idade não é desculpa são Pirlo e Xavi. Abaixo o link interessante do Olho Tático que também trata do assunto:

 

http://globoesporte.globo.com/platb/olhotatico/category/kaka/

 

 

 

Após a participação dos nobres amigos, deixarei com vocês minha opinião. Como disse no grupo, acredito que na Seleção Brasileira deveria imperar o seguinte princípio: lugar dos melhores e em melhores condições! Como Kaká se afundou em lesões e não tem sequência desde 2010, inicialmente acho temerária sua convocação, uma verdadeira aposta de risco.

 O futebol é imprevisível e todos sabemos que Mourinho não tem ajudado em nada na carreira do jogador. Pode ser que chegue à Seleção e arrebente para calar a boca do português inteligente e marrento. Entretanto, se o problema da continuidade for físico, jamais deverá ser convocado. O fato de o atleta estar no pior momento de sua carreira pesa, e Mano deve estar pensando dessa forma. Tanto que já declarou contar com Kaká, mas aguarda que se estabilize no Real.

Concordo com os nobres amigos quanto à falta de experiência do grupo brasileiro. É inegável que a extrema jovialidade vem pesando nos maus resultados. E Mano sabe disso. Uma prova foi o teste feito com Luís Fabiano no Super Clássico das Américas, uma tentativa de buscar alguém experiente para o ataque da equipe principal. Falta experiência, inteligência, um jogador de peso técnico e tático no meio/ataque do Brasil. Falta o maestro, o paradigma, não sendo este, necessariamente, um autêntico meia de criação.

Como citado também pelos colegas, vejo totalmente possível a reinvenção do jogador, dotado de inteligência tática e qualidade técnica para aprender a não depender tanto das arrancadas. No 4-2-3-1 de Dunga, cambeta pela esquerda e com volantes mais presos, Kaká atuou bem naquela função de meia central, sempre dentro de suas características.

Cuca, no Atlético Mineiro, fez Ronaldinho abandonar o vício pelo flanco esquerdo e reencontrar seu futebol como um legítimo meia atacante. Para isso, o treinador do Galo montou duas linhas, liberando o craque pelo centro. Dos lados, Cuca investiu na velocidade de Bernard, Guilherme e Danilinho, o que propicia o aproveitamento dos passes e da qualidade de Ronaldo. E esta forma de jogar, em minha opinião, é a melhor para Kaká numa eventual volta ao Brasil:

 

No 4-2-3-1 que marca como 4-4-2 em linhas, Kaká jogaria livre como meia atacante. Ladeado por velocidade e guarnecido pelas linhas de marcação, seria grande a chance de aflorar a qualidade técnica do jogador

 

 

Outro esquema que privilegiaria o jogo de Kaká é o conhecido 4-3-1-2, desenho do Milan de Ancelotti. Porém, assim como Raniery Medeiros, creio ser quase impossível a utilização do esquema. Também não acho plausível abandonar o 4-2-3-1, mais efetivo em termos ofensivos para o elenco atual da equipe principal. Somente para ilustrar, no 4-3-1-2 com Kaká o Brasil poderia jogar dessa forma:

 

No 4-3-1-2 e na posição em que encantou o mundo no Milan: esquema nunca utilizado por Mano

 

 

Sinceramente, não vejo Kaká jogando pelos flancos no 4-2-3-1. Atualmente essa posição exige entrega na transição defensiva e o jogador não tem mais condição física para isso. Sua posição agora, seja na Seleção ou no Real, é a meiuca central, a famosa intermediária. Naquele espaço, Kaká tem tudo para se reencontrar e, quem sabe, disputar mais uma Copa. Falta está fazendo e isso é inegável. Entretanto, com a carreira em visível turbulência, não se torna nome palatável para Mano Menezes.

E tem outro óbice para a convocação do jogador. Eu ainda espero Paulo Henrique Ganso com a camisa do Brasil. Esse é outro atleta que mergulhou em lesões e que não foi devidamente valorizado pelo Santos, que somente se preocupou com Neymar. Sinto que a mudança de ares irá fazer bem para seu futebol clássico e refinado. Como Kaká, é outro jogador que precisa demonstrar consistência física e obter uma sequência produtiva.

Quero agradecer aos amigos que participaram desse post. Foi muito bom reproduzir um pouco dos nossos bate papos do grupo aqui no Painel Tático. Com certeza farei isso mais vezes e convidarei Eduardo Papke Rocha, Leonardo Fernandes de Miranda, Guilherme Siqueira, Ione Freitas, Júnior Marques, Arthur Barcelos, Igor Rufini, Maurício Penteado, Luis Fernando dos Santos, Rai Monteiro, o menino Jhons Eloi, entre outros, para novas jornadas interativas. Espero que tenham gostado e conto com a opinião de todos nos comentários! Abraço!

 

 

 

 

 

 

Victor Lamha de Oliveira

 

 

Tópico: CRAQUES E DESENHOS TÁTICOS: O DILEMA DE KAKÁ

Excelente Post!

Luis Fernando | 26/09/2012

Ótimo Post, Victor!

Kaká centralizado daria muito certo, na minha opinião.


Grande Abraço!

Re:Excelente Post!

Victor Lamha de Oliveira | 02/10/2012

Grande Luís Fernando! Olha, eu também acredito que o Kaká centralizado, contando com a ajuda de Oscar na criação, seja a melhor saída tática para aproveitar o craque. Entretanto, como disse ao Maurício, Mano parece querer usá-lo como falso nove. Vamos aguardar! Abraço!

Muito bem análisado

Maurício | 25/09/2012

Fala Victor, blz cara?! Primeiramente te agradeço pelo convite pra participar desse excelente assunto. Está de parabéns pelo excelente post! Segundo é que estou meio sem tempo, mas sempre que der estarei passando aqui no Painel!

Assunto muito bem pensando esse seu, que pode render horas e horas de papo aqui! Gostei muito da sua primeira demonstração, Kaka jogando pela direita com Oscar na esquerda e Neymar pelo meio ( de segundo atacante ). Mas pensando num esquema interessante que pensei agora, vi que vc disse que o Kaka não é o antigo número 10 assim como o Oscar e não são mesmo, mas acho que ele Kaka rende bem por ali tbm! O esquema seria o 4-2-31, como Oscar na direita (como fazia várias vezes no Inter); Kaka(centralizado, como ja jogou no Milan e Real); Neymar ( aberto na esquerda invertendo com o Kaka!

Mas primeiro de tudo para o nosso "príncipe" voltar a vestir a amarelinha ele tem que ser titular no Real ou em outro clube, concorda?

Abraço.. Estarei sempre de olho no Painel Tático !!

Re:Muito bem análisado

Victor Lamha de Oliveira | 02/10/2012

Grande Maurício, tudo bom? Obrigado pelo elogio amigo! Você sabe que a casa é sua! Gosto muito do Kaká centralizado, com Oscar pela direira, Neymar pela esquerda e um centroavante. Entretanto, parece que Mano quer permanecer com Oscar centralizado e colocar Kaká de falso nove. Vamos aguardar! Obrigado por estar sempre aqui! É um prazer! Abraço!

Excelente assunto!!

Danilo Costa | 25/09/2012

Primeiramente devo agradecer pelo convite para a participação deste excelente post, Muito obrigado Vctão!!.

Acho q as opiniões são muito válidas, mas Kaká precisa de ritmo de jogo, pelo menos em um ano pra voltar a seleção!!

Grande Abraço e mais uma vez obrigado pelo convite!!

Re:Excelente assunto!!

Victor Lamha de Oliveira | 02/10/2012

Grande Danilão! O prazer é meu de receber você aqui no Painel! Quem sabe a Seleção não proporcione para Kaká o tempo que precisa, em campo, para mostar que está pronto? Agora que foi convocado, vamos aguardar! Abraço!

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